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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Belo Ciclo

Quando paramos para pensar nas coisas que fizemos na vida, na maioria das vezes fazemos isso quando não estamos felizes com nossos atos ou qualquer coisa que seja parecido com isso; o fato é que quase sempre estamos a pensar em nossos atos, se estamos fazendo as coisas certas, quais seriam as consequências se tivesse falado outra frase no lugar daquela já proclamada...

Pessoas que não pensam nos seus atos, na maioria das fezes significa que não se preocupa com os danos que podem fazer na outra pessoa. Pensamos, ensinamos, filosofamos... Quem dera se desse para ensinar a filosofar, certamento o mundo não estaria cheiro de pessoas escrotas e certamente estaria cheio de questionamentos, na qual seria maravilhoso, afinal, pessoa que filosofa sempre busca a verdade e o melhor, e não fica soltando falácias por esse mundo. Talvez, quem sabe, no mundo dos sonhos...

Já me perguntei porque os sonhos não viram realidade – não os sonhos horrendos de morte de pessoas ou coisas parecidas, mas sim, sonhos bons, que mudaria nossas vidas para o melhor... Ao menos para o desconhecido, e o desconhecido sempre é algo que ficamos um pouco incertos se devemos ou não entrar num “mar escuro” e apostas “nossas fichas” no mesmo. Contudo, desafios são bons, fazem algumas pessoas se sentirem vivas, realizadas, ou simplesmente, faz-a sentir parte dessa sociedade de corrupção e hipocrisia.

Paramos, pensamos, filosofamos. Quem dera se a vida fosse tão fácil para a maioria das pessoas, o mundo, quem sabe seria melhor ou totalmente um caos, fazendo as entranhas das pessoas almejarem cada vez mais o poder e esquecer as verdadeiras essências da vida.

Como as pessoas conseguem ser egoístas? Como viver nesse mundo capitalista? Money, Plata, dinheiro... São as palavras que mais são usadas em nosso cotidiano. E quantas vezes nessa semana você parou para observar o céu? Quantas vezes falou “EU TE AMO” para a pessoa que esta ao seu lado no cotidiano? Para fazer alguma ação boa? As pessoas só sabem olhar para a própria barriga, como se o mundo gira-se em torno da mesma, mesmo sabendo que isso não acontece. Pobres ilusões. Ilusões que acabam destruindo sonhos de outras pessoas. Sonhos obsecados pela ganancia. O ciclo da vida!

domingo, 23 de agosto de 2009

Influencia?

Se não me engano, quando alguém vai escrever alguma coisa, essa pessoa tem que se basear em algum fato que venha lhe ocorrer ou que ouviu dizer. E quando a pessoa se baseia em um livro que esta lendo ou um filme que viu, as coisas pode vir a sair um pouco do controle?

“O problema em ser louco, é que fica muito difícil saber o que foi real e o que não foi”.Acho que já deu para notar sobre o que falarei hoje. Nada como continuar a ler um bom livro que você leu antes de entrar de férias, na véspera de volta às aulas. Mas enfim, o conteúdo de um livro que você leu, pode lhe influenciar futuramente? A resposta é sim. Óbvio que pode, acho que a maioria das pessoas sabe disso. Ou não. Dependendo do que aborda o livro, pode influenciar em suas atitudes, em sua carreira acadêmica, sendo assim, no seu futuro emprego; mas isso é muito chato e não irei falar disso.

Local onde internam os loucos? Hospício, que na qual, significa pra mim uma prisão que julgam ser um “hospital que ajudaram a levar essas pessoas para a sociedade novamente”, mas não é isso que eles fazem, ao menos é o que C-Bird me contou. É, estou sendo influenciada pela história que estou lendo, mas se uma pessoa escuta vozes, porém as mesmas lhe fazem até “bem”, ela é louca? (estou deixando de lado os que escutam as vozes do estilo: “mate fulano” ou “se mate”) Eu acho que não. Se ela fala com as vozes de sua cabeça e vive uma vida normal, não deveria ser internada, pois, sendo assim, todos que falam com objetos inanimados deveriam ser internados também (o que é a grande população). Mas, se uma pessoa mata pessoas, essa deveria ir para cadeia e não para o hospício.

Lendo este livro (não vou spoilar o nome), me deu certa vontade de mudar na escolha do que fazer na faculdade. Estou com vontade de ser uma psiquiatra para tentar entender um pouco os loucos. Isso pode soar meio estranho para alguns, mas é verdade. Tentar entender o que leva uma pessoa a loucura mental; sendo que se uma pessoa não é louco e as outras o julgam assim e o prende em um hospício, certamente, ai, ele se tornará um louco. Sei que essa vontade é momentânea, mas seria interessante saber o que leva a uma pessoa a matar, e acho que não é apenas vingança...

Uma pessoa cria um mundo paralelo ao seu por medo de aceitar a realidade, mas como que acontece isso? Há tantas perguntas que se passam na mente nesse momento, que deveras da vontade de seguir a área de psicologia (mas eu não vou), sendo assim, dependendo o que você lê, vê ou escreve pode influenciar muito a vida de um ser humano.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Há sempre uma nova batalha

Se houvesse palavras
Se houvesse rimas
Poemas, Versos, Ritmos
Se houve meios
De expressar esse sentimento
Estes o proferiria
Se houvesse imagens
Para justificar as lágrimas
De todas usaria
Não fosse o tremor em minhas mãos
Mais uma vez eu escreveria
Não fosse o estupor em minha mente
Tudo isso lhe diria
Não me deixasses fraca
Teu olhar evitaria
Porém teu riso é
Envolvente como a brisa
Perigoso como fogo
De tal forma necessário
Que tudo abriria mão
Dos sonhos, dos amores
Dos sorrisos
Para saber o que dizer
E te provocar
Mesmo que diante de minhas lágrimas
Este doce e divertido trinar
Que encanta tristemente
Ao lembrar que tal sorriso
Nunca será para mim
Senão à distância de um sonho
Senão a lembrança do adeus.

G.C.F.M.


Certamente uma pessoa se identificara com o que escrevi, mas digamos que esse fora à intenção. Muitas pessoas têm seus amores platônicos, suas paixonites, seus verdadeiros amores vulgarmente conhecido como “tampa da sua panela”. Não irei me prolongar hoje, pois tenho inúmeros motivos – que poderia citar aqui, mas não irei – para tal, então, vou tentar ser mais objetiva possível.

Até onde uma pessoa que esteja amando consegue chegar? Quero dizer, até que ponto ela consegue se torturar sentimentalmente até, quem sabe, revelar para essa pessoa que esta apaixonada por ele? Talvez seja quando ela começa a se afogar em seus sentimentos... Não sei ao certo dizer... Mas quando o outro fica sabendo dos reais sentimentos, reais almejos que a pessoa tem por ele, e sendo que ele a apenas vê como uma simples amiga? Ai esta o verdadeiro problema. Essa pessoa que julga estar “amando” pode começar a se torturar novamente ou lutar com todas as armas por quem deseja; mas vamos nos focar na pessoa que vai se torturar: ela pode ficar sem graça de olhar para ele, pode ficar sem conversar com ele por um tempo, mas aos poucos, começa a criar uma amizade mais forte entre os dois, uma afinidade começa a crescer a cada simples conversa de tarde que ocorre entre eles. Esperança começa a renascer, e sonhos começam a florescer, com a: “como seria o primeiro beijo?” Essa pode ser uma das perguntas mais triviais que se passa na mente de uma pessoa apaixonada: O primeiro beijo entre o casal que nem se criou ainda.

Contudo, se ela vê ele ficando com outra, ela voltara a se martirizar, e mesmo não querendo, poderá passar isso para os outros, até que ele perceba e possa se sentir mal. Mas ela tem que saber, que as verdadeiras amizades estarão ao seu lado para lutar e coloca-la de pé novamente, para enfrentar uma nova batalha, até por fim, a guerra ser vencida!


É, posso ter-me baseado em uma história, mas espero que essa pessoa entenda os motivos para eu estar falando aqui hoje: Você pode ter perdido uma batalha, mas a guerra ainda não esta perdida.